
Um Homem da aldeia Neguá, no litoral da Colômbia, conseguiu subir aos céus.
Quando voltou, contou. Disse que tinha contemplado, lá do alto, a vida humana. E disse que somos um mar de fogueirinhas.
- O mundo é isso - revelou -. Um montão de gente, um mar de fogueirinhas.
Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas. Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossívelolhar para elessem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo.
Eduardo Galeano - Livro dos abraços.
Comungo da opinião (visão) do homem da aldeia Neguá.
ResponderExcluirUm abraço
Sim, são essas pessoas (maiores que a vida) e carismáticas o suficiente para levarem com elas todas as outras.
ResponderExcluirGrande abraço!
Ótimo texto!
ResponderExcluir"O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo".
Fiz uma analise; será que seria o fogo que se vai? ...que vai diminuindo, ate que não se tem motivos pra viver? Pode ser né.
=) haha, acho que vou refletir um pouco sobre o tipo de fogo que eu sou.
O verdadeiro carisma da vida está nos pequenos detalhes. E isso fica muito claro com essa poesia. Nessa semana, fiz uma poesia que cita um pouco desse ambiente de ousadia e visões microscópicas da humanidade. Dê uma olhada.
ResponderExcluirVisite minha Casa, quando puder.
O endereço é:
(http://casadojulianosanches.blogspot.com/).
Um grande abraço.
LA VERDAD QUE HE LEIDO TODO EL TEXTO DE LOS HOMBRES DE FUEGO
ResponderExcluirAbrazos
Marina
Gostei dessa comparãção , a verdade é que cada um dos seres tem a sua aura e a sua propria luz
ResponderExcluirbj
somos luz!
ResponderExcluir"y que amando tambien sea amado"
ResponderExcluirlo más hermoso que puede haber el amor.
yo no escribo tu Idioma pero lo leo bien muy bonito poema.
abrazos
Marina